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B2C (business to consumer): transações caracterizadas pela compra de produtos a partir de lojas virtuais. Compras de livros e CDs são exemplos tradicionais. B2B (business to business): é caracterizado por transações efetuadas diretamente entre empresas. Um exemplo seria o disparo de um pedido de compra diretamente no fornecedor, feito pela empresa cliente. B2B2C (business to business to consumer): consiste em ter um atacadista que vende para o distribuidor, que por sinal vende para o consumidor final, naturalmente no meio digital. C2B (Consumer to business): Indivíduos usam a internet para vender seus próprios serviços. Um exemplo seria uma pessoa física em busca de uma nova oportunidade de trabalho, enviando seu currículo para diversas organizações. M-Commerce: caracterizado por negócios eletrônicos gerados a partir de dispositivos móveis, como o telefone celular. Ingressos para filmes, entradas para teatro já estão disponíveis. Com a chegada dos aparelhos coloridos com suporte a vídeo, o usuário passa a possuir outras opções de compra de serviços que não sejam jogos e ringtones. Vídeos, papéis de parede e outras formas de entretenimento também são vendidas para estes aparelhos. C2C (consumer to consumer): os clientes compram e vendem diretamente de outros clientes, por meio de um espaço comum. Sites de leilão eletrônico são exemplos desta natureza. B2E (business to employee): as organizações podem utilizar a internet como canal direto com seus próprios empregados. Portais departamentais e intranets são exemplos de iniciativas deste tipo. E-Learning: é a utilização do ciberespaço para ampliação do conhecimento ou a realização de treinamentos formais virtuais. Têm sido uma área em expansão no Brasil. E-Governement: o governo, enquanto entidade, compra produtos e serviços eletronicamente. |
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| Diante destas classificações, a equipe responsável por estes projetos enfrenta uma série de desafios, que são determinantes para o sucesso da aplicação. Nossa experiência Estratégico: os desafios devem ser observados em um horizonte de tempo de médio ou longo prazo. Assim, o cuidado com a tecnologia é fundamental, assim com esclarecer a missão, os objetivos, e o método utilizado pelo projeto. Um plano de negócio é o melhor instrumento para reunir todas as preocupações relacionadas a este problema e esclarecer qual será o modelo de negócio adotado. Gerencial: reunir a equipe com as pessoas certas é, em dúvida, o maior desafio gerencial. Além de ter que vender a idéia para a alta direção, o gerente de projeto deve dedicar atenção específica na formação da sua equipe. Pessoas de marketing, ciência da computação, psicologia (para análise do comportamento), administração, finanças e economia são indispensáveis em qualquer equipe. Marketing: divulgar o produto é essencial e hoje os mecanismos de busca se tornaram a porta de entrada para os usuários. O Google domina 41% das buscas na internet, seguido pelo Yahoo e pelo MSN. Aparecer nas primeiras posições por buscas por seu produto, seja ele mercadoria ou serviço, é essencial. Tecnológico: escolher qual a tecnologia a ser utilizada pauta a necessidade de recursos para a manutenção. A equipe deve sempre considerar soluções já existentes, de preferência de código aberto, e trabalhar em adaptações para o seu ambiente. Financeiro: como medir o risco envolvido em um projeto de e-business? Pessoas, tempo e tecnologia são exemplos importantes de fatores de risco. Os modelos financeiros disponíveis como o CAPM e APV quase sempre se demonstram ineficientes. O mais indicado seria o uso de redes neurais, da inteligência artificial. Para tanto, além de conhecimento matemático, é necessário ter a disposição uma série histórica de indicadores de projetos similares, usados na “calibragem” a rede. |